Num vídeo de uma música que adoro, surgiu a cena de um sinal de trânsito que limitava a velocidade de circulação de automóveis. De imediato, entrei no imaginário das associações e divagações tão próprias da minha pessoa, mas que se resumem quase sempre ao mesmo tema: a liberdade. Se por um lado nos dizem que a nossa liberdade começa quando acaba a do outro, fica a pergunta de onde acaba a liberdade do outro. Mas mais do que isso, porque é que a liberdade é limitada? Não será um paradoxo do conceito?
Mas como pensar dá trabalho, rapidamente reencaminho o meu pensamento para outras áreas. “Viagem” é o pensamento e área recorrente. Ao redireccionar o meu pensamento sobre o sinal “limite de velocidade 35” fui parar aos Estados Unidos da América (EUA) e a uma viagem de sonho que gostaria muito de fazer: cruzar os EUA de costa a costa num carro descapotável. Que grande aventura imagino na minha cabeça! Desde o carro rosa fucsia, (Chevrolet como é claro!), até aos sítios e paragens a fazer, tudo aparece na minha cabeça como num trailler de filme. Imagino a cena, de passar pelo sinal, olhar para ele, e carregar com o pé no acelerador para ouvir a seguir a sirene de um carro de polícia a fazer sinais de luzes para encostar o carro e ser multada. Imagino ainda, o meu sorriso ao olhar para o polícia e dizer: “no meu código da estrada, aquele sinal não existe!”. Ou então, de olhar para ele, ficar tão atrapalhada, desatar a rir, a chorar e ser presa por desrespeito à autoridade, ir a parar a uma prisão nos EUA e fazer muitas amigas na minha cela, tal qual Bridget Jones no seu melhor!
Não sei se alguma vez algum destes cenários irá tornar-se real, mas a sucessão de acontecimentos pensados foi boa! Diria nesta altura… “limite de velocidade 35” o que já fizeste!
domingo, 21 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Limite de velocidade 35
Cada pessoa tem o seu próprio ritmo para fazer o que quer que seja e, como tal, este deve ser respeitado! Cada caso é um caso.
Mas se cada um tem o seu ritmo, porque nos impõem limites para tudo? Quantas vezes ouvimos “tens até ao final do dia para fazer isto ou aquilo”, ou “tens que ser mais rápida”, já para não falar nas multas por excesso de velocidade. Porque temos nós que andar a um ritmo que não é o nosso, mas que nos é imposto? Não concordo!
Porque será que ninguém respeita o ritmo de ninguém? São discussões entre as pessoas porque estão a atravessar a passadeira devagar, são multidões a reclamar que os funcionários das finanças são lentos, um sem fim de reclamações, todos os dias a toda a hora!
Na verdade todos tentamos acelerar o nosso ritmo, queremos aproveitar a vida ao máximo e como tal, quanto mais depressa vivermos uma experiência mais depressa estamos a viver outra e outra …
Mas será que faz sentido? Não deveríamos aproveitar cada situação e desfrutar dela calmamente para não deixar escapar nada? Claro que as situações desagradáveis não estão aqui incluídas, essas queremos que passem o mais rápido possível!
Quanto aos meus limites, confesso que nunca os estabeleci, mas se o tivesse que fazer teria um limite de velocidade 35 para as coisas boas e de 1000 para as coisas más (iriam passar tão depressa que nem dava por elas).
Mas se cada um tem o seu ritmo, porque nos impõem limites para tudo? Quantas vezes ouvimos “tens até ao final do dia para fazer isto ou aquilo”, ou “tens que ser mais rápida”, já para não falar nas multas por excesso de velocidade. Porque temos nós que andar a um ritmo que não é o nosso, mas que nos é imposto? Não concordo!
Porque será que ninguém respeita o ritmo de ninguém? São discussões entre as pessoas porque estão a atravessar a passadeira devagar, são multidões a reclamar que os funcionários das finanças são lentos, um sem fim de reclamações, todos os dias a toda a hora!
Na verdade todos tentamos acelerar o nosso ritmo, queremos aproveitar a vida ao máximo e como tal, quanto mais depressa vivermos uma experiência mais depressa estamos a viver outra e outra …
Mas será que faz sentido? Não deveríamos aproveitar cada situação e desfrutar dela calmamente para não deixar escapar nada? Claro que as situações desagradáveis não estão aqui incluídas, essas queremos que passem o mais rápido possível!
Quanto aos meus limites, confesso que nunca os estabeleci, mas se o tivesse que fazer teria um limite de velocidade 35 para as coisas boas e de 1000 para as coisas más (iriam passar tão depressa que nem dava por elas).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Não sei
Na verdade não sei bem o que escrever acerca do tema não sei. Sei que há uma quantidade interminável de coisas que não sei, mas porque não as sei? Será que devia saber?
Todos os dias sabemos mais um pouco que no dia anterior, mas, por mais experiência de vida que tenhamos haverá sempre coisas que não sabemos. Mas porque não as sabemos? Talvez porque não nos esforçamos para as saber, talvez porque não precisamos de as saber, talvez porque não as queiramos saber, ou mesmo porque não sabemos que elas existem e não as podemos mesmo saber!
Felizmente ninguém sabe tudo e toda a gente tem que dizer, umas mais outras menos vezes, não sei! E ainda bem, senão o que faríamos no tempo que todos nós temos para a descoberta?
Claro que há coisas que eu não sei e gostaria muito de saber. Algumas são possíveis de saber, basta pesquisar na Internet, consultar livros, falar com outras pessoas ou mesmo pensar um pouco! Mas há outras, que por mais que queiramos nunca vamos conseguir saber. O que eu, e quase todos, não dávamos para saber os números do euromilhões? Claro que se soubesse iria ter mais um problema porque mais uma vez tinha que dizer não sei! Desta vez não iria saber o que fazer com tanto dinheiro!!!
A maior parte das vezes aborrece-me não saber determinadas coisas, mas, depois de pensar um pouco sobre isso fico feliz de não saber tudo. Se, por acaso existisse uma pessoa que soubesse tudo devia ser a pessoas mais aborrecida do mundo!
Não saber tudo permite-nos ganhar força para querer saber cada vez mais e mais, sabendo no entanto que nunca vamos saber tudo… felizmente!
Sócrates, há muitos muitos anos atrás, disse qualquer coisa do género: “uma vida sem questionamentos não vale a pena ser vivida”, e Einstein concluiu “o que eu sei é uma gota, o que não sei é um oceano”.
Todos os dias sabemos mais um pouco que no dia anterior, mas, por mais experiência de vida que tenhamos haverá sempre coisas que não sabemos. Mas porque não as sabemos? Talvez porque não nos esforçamos para as saber, talvez porque não precisamos de as saber, talvez porque não as queiramos saber, ou mesmo porque não sabemos que elas existem e não as podemos mesmo saber!
Felizmente ninguém sabe tudo e toda a gente tem que dizer, umas mais outras menos vezes, não sei! E ainda bem, senão o que faríamos no tempo que todos nós temos para a descoberta?
Claro que há coisas que eu não sei e gostaria muito de saber. Algumas são possíveis de saber, basta pesquisar na Internet, consultar livros, falar com outras pessoas ou mesmo pensar um pouco! Mas há outras, que por mais que queiramos nunca vamos conseguir saber. O que eu, e quase todos, não dávamos para saber os números do euromilhões? Claro que se soubesse iria ter mais um problema porque mais uma vez tinha que dizer não sei! Desta vez não iria saber o que fazer com tanto dinheiro!!!
A maior parte das vezes aborrece-me não saber determinadas coisas, mas, depois de pensar um pouco sobre isso fico feliz de não saber tudo. Se, por acaso existisse uma pessoa que soubesse tudo devia ser a pessoas mais aborrecida do mundo!
Não saber tudo permite-nos ganhar força para querer saber cada vez mais e mais, sabendo no entanto que nunca vamos saber tudo… felizmente!
Sócrates, há muitos muitos anos atrás, disse qualquer coisa do género: “uma vida sem questionamentos não vale a pena ser vivida”, e Einstein concluiu “o que eu sei é uma gota, o que não sei é um oceano”.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Viagem de sonho
Cada dia que passa a minha vontade de fazer uma “viagem de sonho” torna-se maior! Agora que sei que em breve vai deixar de ser só um sonho ir a Paris, já começo a sonhar com a próxima viagem de sonho! Sim, porque eu não tenho “A viagem de sonho”, tenho várias viagens de sonho. Já foi Veneza, agora é Paris e a próxima será Amesterdão. No entanto, há viagens que nunca passarão mesmo disso, de um sonho. Mas quando não podemos ter aquilo que gostamos, temos que gostar daquilo que temos e aproveitar ao máximo cada viagem, mesmo que achemos que não é a viagem que gostaríamos de estar a fazer naquele momento!
O melhor das viagens é mesmo o espírito de descoberta das diferentes culturas e tradições. Quanto à gastronomia é sempre bom conhecer novos sabores, mas quantos mais descubro mais gosto da nossa comidinha. Mas não é só a comida que me faz gostar do nosso país: Portugal tem sítios fantásticos que me fazem gostar de viajar por cá, desde a costa vicentina, passando pelo Picoto da Milriça (centro geodésico de Portugal), pelo Gerês, pela nossa capital com os seus magníficos monumentos, enfim, um sem fim de locais que me fazem ter orgulho do meu país.
Mas, como em tudo na vida, as pessoas têm gostos bastantes diferentes, ou seja, o que para alguns é uma viagem de sonho, para outros é uma “viagem pesadelo”. Fazer um cruzeiro ou um safari continua a ser o sonho de muitas pessoas, contudo para mim seria um verdadeiro pesadelo. Nada como andar em terra, rodeada de pessoas e monumentos
Ir à descoberta em cada viagem é e será sempre uma fonte de conhecimento e cultura que nos enriquece e faz crescer! Por isso, melhor que sonhar em viajar, só mesmo viajar como num sonho!
O melhor das viagens é mesmo o espírito de descoberta das diferentes culturas e tradições. Quanto à gastronomia é sempre bom conhecer novos sabores, mas quantos mais descubro mais gosto da nossa comidinha. Mas não é só a comida que me faz gostar do nosso país: Portugal tem sítios fantásticos que me fazem gostar de viajar por cá, desde a costa vicentina, passando pelo Picoto da Milriça (centro geodésico de Portugal), pelo Gerês, pela nossa capital com os seus magníficos monumentos, enfim, um sem fim de locais que me fazem ter orgulho do meu país.
Mas, como em tudo na vida, as pessoas têm gostos bastantes diferentes, ou seja, o que para alguns é uma viagem de sonho, para outros é uma “viagem pesadelo”. Fazer um cruzeiro ou um safari continua a ser o sonho de muitas pessoas, contudo para mim seria um verdadeiro pesadelo. Nada como andar em terra, rodeada de pessoas e monumentos
Ir à descoberta em cada viagem é e será sempre uma fonte de conhecimento e cultura que nos enriquece e faz crescer! Por isso, melhor que sonhar em viajar, só mesmo viajar como num sonho!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Viagem de Sonho
Tinha acabado de entrar no meio de transporte escolhido para um destino que há muito ansiava por conhecer. Estava tão entusiasmado com aquela viagem, que tinha planeado tudo até ao mais ínfimo pormenor, desde os locais a visitar, a história por detrás de cada monumento, a cultura das gentes, a comida que iria provar, os cheiros que iria percepcionar e assimilar. Nada ficou de fora! Esperava-me algumas horas de viagem e depois apenas desfrutar do que a boa vida de férias me oferecia.
Desta vez, a minha companhia de viagem era um livro em branco e uma esferográfica azul. Ah… e minha velhinha APS, é claro! Estes eram elementos fundamentais para manter o registo narrativo e tendencioso dos locais que iria visitar, das gentes com quem iria cruzar e dos episódios que iria viver.
A viagem decorreu sem grandes acontecimentos, ao contrário do que era habitual, ninguém estranho se cruzou no meu caminho, nenhum percalço com o meio de transporte, enfim, uma viagem fora do normal que muito apreciei.
Vejo sempre a chegada a um destino como um mistério que tento solucionar. Descobrir o espaço, a sua orientação geográfica, a sua organização eram momentos de divertimento! Mas havia outros momentos, aqueles em que paramos num local cheio de gente e ficamos simplesmente a observar as figuras que fazemos sem quase nos darmos conta do que fazemos!
TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! São sete horas e cinquenta minutos e o despertador acabou de tocar à hora combinada! O acto de o desligar indica que são horas de espreguiçar e sair da viagem de sonho para entrar na realidade. Uma realidade que indicava que era segunda-feira, inicio de mais uma semana de trabalho que se imaginava complicada! A viagem era o sonho do inconsciente, que talvez um dia se tornará realidade. O destino? Esse vai permanecer no meu imaginário de sonho!
Desta vez, a minha companhia de viagem era um livro em branco e uma esferográfica azul. Ah… e minha velhinha APS, é claro! Estes eram elementos fundamentais para manter o registo narrativo e tendencioso dos locais que iria visitar, das gentes com quem iria cruzar e dos episódios que iria viver.
A viagem decorreu sem grandes acontecimentos, ao contrário do que era habitual, ninguém estranho se cruzou no meu caminho, nenhum percalço com o meio de transporte, enfim, uma viagem fora do normal que muito apreciei.
Vejo sempre a chegada a um destino como um mistério que tento solucionar. Descobrir o espaço, a sua orientação geográfica, a sua organização eram momentos de divertimento! Mas havia outros momentos, aqueles em que paramos num local cheio de gente e ficamos simplesmente a observar as figuras que fazemos sem quase nos darmos conta do que fazemos!
TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! São sete horas e cinquenta minutos e o despertador acabou de tocar à hora combinada! O acto de o desligar indica que são horas de espreguiçar e sair da viagem de sonho para entrar na realidade. Uma realidade que indicava que era segunda-feira, inicio de mais uma semana de trabalho que se imaginava complicada! A viagem era o sonho do inconsciente, que talvez um dia se tornará realidade. O destino? Esse vai permanecer no meu imaginário de sonho!
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