Num vídeo de uma música que adoro, surgiu a cena de um sinal de trânsito que limitava a velocidade de circulação de automóveis. De imediato, entrei no imaginário das associações e divagações tão próprias da minha pessoa, mas que se resumem quase sempre ao mesmo tema: a liberdade. Se por um lado nos dizem que a nossa liberdade começa quando acaba a do outro, fica a pergunta de onde acaba a liberdade do outro. Mas mais do que isso, porque é que a liberdade é limitada? Não será um paradoxo do conceito?
Mas como pensar dá trabalho, rapidamente reencaminho o meu pensamento para outras áreas. “Viagem” é o pensamento e área recorrente. Ao redireccionar o meu pensamento sobre o sinal “limite de velocidade 35” fui parar aos Estados Unidos da América (EUA) e a uma viagem de sonho que gostaria muito de fazer: cruzar os EUA de costa a costa num carro descapotável. Que grande aventura imagino na minha cabeça! Desde o carro rosa fucsia, (Chevrolet como é claro!), até aos sítios e paragens a fazer, tudo aparece na minha cabeça como num trailler de filme. Imagino a cena, de passar pelo sinal, olhar para ele, e carregar com o pé no acelerador para ouvir a seguir a sirene de um carro de polícia a fazer sinais de luzes para encostar o carro e ser multada. Imagino ainda, o meu sorriso ao olhar para o polícia e dizer: “no meu código da estrada, aquele sinal não existe!”. Ou então, de olhar para ele, ficar tão atrapalhada, desatar a rir, a chorar e ser presa por desrespeito à autoridade, ir a parar a uma prisão nos EUA e fazer muitas amigas na minha cela, tal qual Bridget Jones no seu melhor!
Não sei se alguma vez algum destes cenários irá tornar-se real, mas a sucessão de acontecimentos pensados foi boa! Diria nesta altura… “limite de velocidade 35” o que já fizeste!
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